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Gestão colaborativa público privada em Cidades Inteligentes

Na percepção da experiência do usuário, as cidades são plataformas de interação humana interconectadas por uma infinidade de variáveis sociais, políticas e econômicas moldadas ao longo do tempo pela cultura e pelos costumes dos seus habitantes. Um espaço que se altera e se adapta, constituindo um palco para a interminável disputa entre as tradições de uma ancestralidade histórica, e as necessidades de mudança impostas pela constante renovação dos desejos humanos e transformações da natureza.

O público e o privado

A partir do momento que o ser humano se organizou socialmente em espaços urbanos, compartilhando o mesmo território e estipulando regras de convívio coletivo, as relações sociais se estabeleceram basicamente sob dois aspectos afetivos: a colaboração e o conflito — entendendo afeto como um impacto provocado pelo ambiente em seus habitantes.

Jose Antonio Gallego Vázquez no Pexels

A cidade percebida como uma plataforma interativa

São as pessoas que transformam a cidade em uma plataforma interativa onde as trocas e relações se estabelecem a todo momento, seja com o outro, seja com o trânsito, com os eventos a que o próprio ambiente urbano as submete voluntária ou involuntariamente, com a arquitetura, com as calçadas, ruas, parques e intervenções que vão de um malabarista de farol ao desconforto físico ou cognitivo promovido por uma obra no meio do caminho.

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Tecnologia artificial, escuta humana

A escuta do cidadão nessa proposta de UX aplicado à cidade como plataforma de interação não se limita à coleta de dados e relatórios quantitativos. Essa escuta é a voz das pessoas que habitam a cidade, que vivem em uma determinada comunidade de um certo bairro de uma cidade em particular.

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Significado e significante na experiência do cidadão

Na última edição do UXcoffee* Live, o arquiteto e urbanista Antônio Dias Neto, trouxe um ponto de vista interessantíssimo sobre a relação da população com a cidade de São Paulo: embora a capital paulista seja permeada por pelo menos dois rios navegáveis, o Pinheiros e o Tietê, o transporte fluvial não faz parte do arsenal de ideias para resolver os gravíssimos problemas da mobilidade urbana da cidade.

O que o cidadão tem a propor quando está fora da sua bolha?

Porque falta a imersão das pessoas em outras experiências urbanas, promovida pela não participação efetiva no âmbito da tomada de decisões, precisa de interlocutores multidisciplinares que fomentem as dimensões humana e criativa levando o potencial inovador da inteligência coletiva ao contexto do cidadão.

Gestão colaborativa, cidades mais humanas

Colaborar exige comprometimento. Requer esforço, convívio, diálogo e empatia.

Fauxels no Pexels

Todo mês, 01 artigo da DUXcoworkers.com sobre os assuntos: pessoas e trabalho, economia e tecnologia e cidades inteligentes. #servicedesign #userexperience

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